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Shark Map

O Shark Map identifica concentrações de negociação institucional em opções — grandes operações estruturadas que fogem do padrão do varejo — a partir dos dados oficiais de fechamento do pregão da B3 (arquivo COTAHIST). Os dados são atualizados automaticamente depois do fechamento do pregão, não em tempo real durante o dia.

  • Cartões de viés por ativo. No topo, um cartão por ativo com concentração relevante detectada, indicando o viés apurado: altista, baixista ou neutro. Clique em um cartão para ver o detalhamento daquele ativo.
  • Leitura de fluxo. Ao selecionar um ativo, aparece uma leitura textual do que os dados sugerem, junto com métricas como volume financeiro agregado e contratos em aberto (OI) confirmando o movimento.
  • Lista de padrões. Abaixo da leitura de fluxo, a lista das operações estruturadas identificadas para aquele ativo, cada uma com força do sinal (fraco, moderado, forte) e um selo de confiança quando o padrão é confirmado pelo aumento de contratos em aberto (OI).

O Shark Map é voltado a quem já entende o básico de opções e quer uma pista adicional de para onde o “dinheiro grande” está apontando, sem substituir análise própria. Os sinais indicam concentração de negociação, não uma recomendação de compra ou venda.

Cada padrão identificado recebe uma classificação de força — fraco, moderado ou forte — representada visualmente por pontos preenchidos. Padrões confirmados por OI tendem a ser leituras mais confiáveis, porque o aumento de posições em aberto indica que a operação não foi apenas um negócio pontual, mas uma posição que os participantes estão mantendo.

O Shark Map não substitui a grade de opções nem o Lab.IA — ele funciona como uma camada adicional de contexto, apontando em quais ativos houve concentração institucional relevante no último pregão. A partir daí, o próximo passo natural costuma ser abrir a página do ativo em questão para examinar a grade de opções com mais detalhe.

  1. Abra o Shark Map. Se seu usuário já tiver sido liberado, a tela carrega os cartões de viés do último pregão encerrado.
  2. Clique em um cartão de ativo. Escolha um ativo com concentração relevante detectada para ver o detalhamento.
  3. Leia a leitura de fluxo e as métricas. Confira o texto de interpretação, o volume financeiro agregado e os contratos em aberto (OI) do ativo selecionado.
  4. Confira a lista de padrões. Veja a força de cada sinal (fraco, moderado, forte) e se ele está confirmado pelo aumento de OI.

Você vê, ativo por ativo, onde houve concentração relevante de negociação institucional no último pregão encerrado, com a força do sinal e a confirmação (ou não) por aumento de contratos em aberto — pronto para servir de ponto de partida antes de abrir a grade de opções daquele ativo.

  • Esperar fluxo intradiário. O Shark Map depende do arquivo oficial de fechamento (COTAHIST), disponível só depois do pregão — a tela nunca mostra concentração em tempo real durante o dia.
  • Tratar “mercado calmo” como falha da tela. Quando nenhum ativo passa do limite de relevância, a mensagem “mercado calmo” é o resultado esperado, não um erro de carregamento.
  • Ler o sinal como recomendação de compra ou venda. A concentração institucional indica onde houve movimento fora do padrão, não uma indicação de qual lado operar.
  • Ignorar a força e a confirmação por OI. Um padrão fraco e sem confirmação por OI é uma leitura bem menos confiável do que um padrão forte confirmado — tratar todos os sinais como equivalentes distorce a interpretação.

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